As empresas que oferecem serviços de TV por assinatura estão incomodadas com o sucesso crescente de serviços de streaming no país e querem que produtos como Netflix encarem algum tipo de regulação.
O assunto surgiu durante o congresso da ABTA, o mesmo que serviu de palco para a Vivo chamar o WhatsApp de serviço de pirata. A operadora, inclusive, também criticou o streaming - Rafael Sgrott, que representava a Vivo, lembrou que o "concorrente não está preocupado com o ICMS porque não paga ICMS".
"Se há um desequilíbrio, seja por uma regra tributária, seja por regulações, precisa ser corrigido. Tenho que executar x relatórios para comprovar minha qualidade, mas tem uma pessoa na Califórnia que não pensa em nada disso, só em performance e em como melhor atender o cliente", completou, segundo reporta o UOL.
Mas a Vivo não está sozinha nessa briga. Bernardo Winik, da Oi TV, disse que o sistema atual está prejudicando as operadoras, que precisam investir uma infraestrutura que aguente o serviço da concorrência. "A gente tem todas as obrigações, toda a regulação em cima, e o OTT [quem usa a rede do outro para oferecer seus produtos] está livre leve e solto. Cabe às operadoras todo o investimento para suportar a demanda de vídeos. E do outro lado você tem alguém que está colhendo alguns frutos dessa cadeia de valor."
Relatório final da CPI traz também projeto de lei que sugere um cadastro de antecedentes que impediria estudantes que praticaram trotes violentos de se inscrever em concursos públicos ou processos seletivos de órgãos públicos
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre as violações de direitos humanos nas universidades paulistas, organizada pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), publicou nesta terça-feira o relatório final de suas atividades.
O documento, assinado pelo presidente da CPI, deputado Adriano Diogo (PT), tem 39 recomendações, além de dois projetos de lei. Em uma dessas recomendações, os deputados paulistas pedem que os trotes praticados contra calouros nas universidades de todo o país sejam classificados como crime de tortura no Código Penal Brasileiro.
Segundo o documento, atos de violência realizados em trotes acadêmicos acontecem por omissão por parte das Reitorias, das instituições universitárias, dos centros acadêmicos e das associações atléticas e também por falha na proteção aos estudantes que ingressam nas universidades.
O relatório final também afirma que faltou uma fiscalização e um controle, principalmente, mais eficiente da parte do Estado de São Paulo, que, ainda segundo o relatório, falhou por omissão, e também na prevenção e repressão aos violentos trotes acadêmicos e às práticas abusivas e criminosas deles decorrentes.
O relatório da CPI também propõe a criação de dois projetos de lei. Um deles sugere um cadastro de antecedentes que impediria estudantes que praticaram trotes violentos de se inscrever em concursos públicos ou processos seletivos de órgãos públicos. Já o segundo projeto visa à proibição de empresas que fabriquem, comercializem ou distribuam bebidas alcoólicas de patrocinar eventos e festas de entidades estudantis dentro e fora dos campi.
A CPI fez quase 40 reuniões em que foram ouvidos relatos de abusos denunciados por estudantes, professores e funcionários de universidades públicas e privadas. Nos depoimentos foram relatados casos de violência em trotes, festas e até mesmo em situações do cotidiano acadêmico. Reitores e diretores de faculdades também foram ouvidos.
Em relatório parcial,divulgado no final do mês passado, a CPI pedia responsabilização civil, criminal e administrativa de membros dos centros acadêmicos envolvidos em denúncias de violação dos direitos humanos e das pessoas jurídicas responsáveis por eventos como a festa Show da Medicina e os encontros de estudantes Intermed e Calomed.
A CPI começou em dezembro de 2014 após denúncias de atos de violência na Universidade de São Paulo (USP). Ao longo da atividade da CPI, também foram investigadas a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Universidade Estadual Paulista (Unesp), a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e de Campinas (PUC-Campinas), e Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI).
Nos finais de semana a Ribeira se enche com todas as tribos que comportar ,muitos vão para lá para festejar algo ou simplesmente para brindar a vida em vários bares da região.Mas poucas pessoas sabem a origem daquele beco que a muitos anos era sinônimo de pobreza e luxúria , hoje é um dos lugares mais disputados pela alta sociedade da cidade .
O Beco da Lama é antigo. Vem dos primórdios do tempo em que a cidade acabava alí,vinha de uma segunda ampliação de território da cidade que antigamente terminava como o norte da cidade na Praça das Mães (do lado da OAB ) e posteriormente seguiu rumo ao outro lado do Rio Potengi .Lama era porque pelo beco escorria agua com lama ou da chuva que descia da Cidade Alta ou de lavagem de roupa que as lavadeiras faziam nas fontes e de banho dos ribeirinhos que moravam nas Rocas . A lama descia pelo local até chegar a um terreno próximo do Mercado da Cidade e alí ficava. Natal era uma cidade - naquela época - de poucas casas e naquele beco existiam mocambos de palha fincados na areia. Um cachorro magro era a arma de cada um. Quando o cão sarnento latia era sinal que vinha gente para um dos casebres, sempre para falar da vida dos outros.
A cidade foi tomando pé do progresso, mas o Beco continuou a ser chamado "da Lama", apesar de existir uma placa dizendo que alí é a rua Dr. Francisco Ivo, um homem que morou na Av. Rio Branco, quase na esquina com a rua Cel. Cascudo onde tem a Feira das Frutas. A placa está na bodega de Nazzi, homem que já morreu e que, em vida, fazia a tradicional "meladinha". Hoje, a rua é calçada e as casas são todas de comércio, salvo o quiosque que existe no local onde as "damas" costumam fazer o seu "ponto". O Beco da Lama é pequeno, indo da rua Ulisses Caldas até a rua João Pessoa. Depois desse ponto, o beco leva outro nome.
Até pouco tempo antes da acensão do Beco, ainda tinha por ali um "cabaré", pois era assim que se chamava uma casa de alguns quartos para alugar a homens que tomavam uma "dama" para ter um relacionamento carnal. Essas moças - quase sempre de 20 anos ou pouco mais - viviam alí à espera do seu "homem" que por meia hora era o seu "dono". Depois desse tempo, era se banhar . Outro "homem" talvez estivesse impaciente para poder entrar e cumprir a mesma missão.
Hoje o Beco da Lama se enche de gente. São jornalistas, poetas, escritores, advogados,políticos ,empresários e de muita gente que ainda não são conhecidas.Mas ao longo dos momentos se conhecem e transforma o lugar .Nos últimos anos graça a iniciativa do SAMBA(Sociedade dos Amigos do Beco da Lama e Adjacências) e de varias pessoas do bairro da Ribeira que iniciaram o projeto CIRCUITO RIBEIRA que trouxe uma nova luz para um bairro tão Histórico/Boêmio da cidade que a muitos anos ficou apagado e quase esquecido.
O Beco, num pedacinho de nada, se enche de gente, cada um com a sua conversa e todos falando a um tempo só. É, na verdade, um ponto de encontro dos "velhos" e inveterados amigos - e até inimigos - que se juntam para comemorar, com as suas falas o que tem de se comemorar: SAÚDE !!!!
Então se estiver passando por Natal ou simplesmente não tem nada para fazer nas noites de final de semana dê uma passado pelo Beco .
Durante todo o tempo coisas acontecem no país, as pessoas mudam, a economia muda, muita coisa muda. Há uma movimentação incrívelmente alta de dinheiro em nosso país, e graças a isso, muita gente acumula muito dinheiro, fortunas. E através de um levantamento feito pela revista “Forbes Brasil” foi criado uma lista com os 30 brasileiros mais ricos.
Dentre os nomes listados, chama a atenção um nome potiguar que aparece na lista, Natural de Caraúbas-RN, o homem acumula uma grande fortuna, com milhões e milhões de reais em patrimônio. Outro detalhe é que o ex-bilionário Eike Batista fica fora da lista pelo segundo ano.
Acompanhe a lista:
Os 30 mais ricos do Brasil em 2014
1- Jorge Paulo Lemann
Fortuna: R$: 49,85 bilhões Local de nascimento: Rio de Janeiro Idade: 74 anos Origem do patrimônio: cervejaria/investimentos
2- Joseph Safra
Fortuna: R$: 35,98 bilhões Local de nascimento: Líbano (naturalizado) Idade: 75 anos Origem do patrimônio: banco
3- Marcel Herrmann Telles
Fortuna: R$: 25,58 bilhões Local de nascimento: Rio de Janeiro Idade: 64 anos Origem do patrimônio: cervejaria/investimentos
4- Carlos Alberto Sicupira
Fortuna: R$: 22,30 bilhões Local de nascimento: Rio de Janeiro Idade: 64 anos Origem do patrimônio: cervejaria/investimentos
5- Roberto Irineu Marinho
Fortuna: R$: 15,93 bilhões Local de nascimento: Rio de Janeiro Idade: 66 anos Origem do patrimônio: mídia
6- José Roberto Marinho
Fortuna: R$: 15,86 bilhões Local de nascimento: Rio de Janeiro Idade: 58 anos Origem do patrimônio: mídia
7- João Roberto Marinho
Fortuna: R$: 15,86 bilhões Local de nascimento: Rio de Janeiro Idade: 60 anos Origem do patrimônio: mídia
8- Marcelo Bahia Odebrecht e família
Fortuna: R$: 14 bilhões Local de nascimento: Bahia Idade: 45 anos Origem do patrimônio: construção/petroquímica
9- José Batista Sobrinho e família
Fortuna: R$: 11,92 bilhões Local de nascimento: Minas Gerais Idade: 80 anos Origem do patrimônio: indústria alimentícia
10- Francisco Ivens de Sá Dias Branco
Fortuna: R$: 10,99 bilhões Local de nascimento: Ceará Idade: 80 anos Origem do patrimônio: indústria alimentícia
11- Walter Faria
Fortuna: R$: 9,80 bilhões Local de nascimento: São Paulo Idade: 58 anos Origem do patrimônio: cervejaria
12- André Esteves
Fortuna: R$: 9,55 bilhões Local de nascimento: Rio de Janeiro Idade: 45 anos Origem do patrimônio: banco/investimentos
13- Eduardo Saverin
Fortuna: R$: 9,52 bilhões Local de nascimento: São Paulo Idade: 32 anos Origem do patrimônio: internet
14- Ermírio Pereira de Moraes
Fortuna: R$: 9,15 bilhões Local de nascimento: São Paulo Idade: 81 anos Origem do patrimônio: variada
15- Abilio dos Santos Diniz
Fortuna: R$: 8,90 bilhões Local de nascimento: São Paulo Idade: 77 anos Origem do patrimônio: varejo
16- Aloysio de Andrade Faria
Fortuna: R$: 7,52 bilhões Local de nascimento: Minas Gerais Idade: 93 anos Origem do patrimônio: banco
17- Maria Helena Moraes Scripilliti
Fortuna: R$: 7,33 bilhões Local de nascimento: São Paulo Idade: 83 anos Origem do patrimônio: variada
18- Pedro Moreira Salles
Fortuna: R$: 7,17 bilhões Local de nascimento: Rio de Janeiro Idade: 54 anos Origem do patrimônio: banco/mineração
19- João Moreira Salles
Fortuna: R$: 7,17 bilhões Local de nascimento: Rio de Janeiro Idade: 52 anos Origem do patrimônio: banco/mineração
20- Fernando Roberto Moreira Salles
Fortuna: R$: 7,17 bilhões Local de nascimento: Rio de Janeiro Idade: 68 anos Origem do patrimônio: banco/mineração
21- Walter Moreira Salles Júnior
Fortuna: R$: 7,17 bilhões Local de nascimento: Rio de Janeiro Idade: 58 anos Origem do patrimônio: banco/mineração
22- David Feffer e família
Fortuna: R$: 6,93 bilhões Local de nascimento: São Paulo Idade: 58 anos Origem do patrimônio: papel/celulose/herança
23- Miguel Krigsner
Fortuna: R$: 6,45 bilhões Local de nascimento: Bolívia (naturalizado) Idade: 64 anos Origem do patrimônio: cosméticos
24- Regina de Camargo Pires Oliveira Dias
Fortuna: R$: 6,27 bilhões Local de nascimento: São Paulo Idade: 60 anos Origem do patrimônio: construção
25- Rosana Camargo de Arruda Botelho
Fortuna: R$: 6,27 bilhões Local de nascimento: São Paulo Idade: 64 anos Origem do patrimônio: construção
26- Renata de Camargo Pires Oliveira Dias
Fortuna: R$: 6,27 bilhões Local de nascimento: São Paulo Idade: 60 anos Origem do patrimônio: construção
27- Edson de Godoy Bueno
Fortuna: R$: 5,79 bilhões Local de nascimento: São Paulo Idade: 70 anos Origem do patrimônio: saúde
28- Cesar Beltrão de Almeida e família
Fortuna: R$: 5,58 bilhões Local de nascimento: Paraná Idade: 52 anos Origem do patrimônio: construção/rodovias
29- Nevaldo Rocha e família
Fortuna: R$: 5,36 bilhões Local de nascimento: Rio Grande do Norte Idade: 85 anos Origem do patrimônio: varejo/moda
30- Antonio Luiz Seabra
Fortuna: R$: 5,05 bilhões Local de nascimento: SP Idade: 71 anos Origem do patrimônio: cosmético
É sempre bom valorizar novas bandas a surgirem ,pois incentiva a cultura local e traz benefícios para a alma e a mente , e a banda que iremos destacar hoje chama-se La Gambiaja, que se prepara para lançar seu novo álbum, intitulado ‘Kali Yuga’. Formado em 2001 por estudantes da UFPB, o sexteto paraibano surgiu com uma proposta musical aberta às mais variadas influências e continua seguindo pela cartilha da diversidade. Formada por Genaro Camboim (guitarra e voz), Nielsen Batista (bateria), Léo Gomes (voz), Rosa Limeira (voz), Edy Gonzaga (baixo) e Marcos Deparis (teclados), a banda promove uma fusão de ritmos, com letras inteligentes e músicas repletas de referências à musicalidade brasileira que vão desde o samba até os ritmos nordestinos como coco e baião, sem deixar de lado as influências advindas da música estrangeira como o funk e a soul music.
Em entrevista com a banda ,o vocalista Genaro Camboim afirmou sobre o novo álbum que "Kali Yuga", canção que dá nome ao nosso álbum, faz uma crítica ao consumismo e fornece uma reflexão sobre o nosso futuro enquanto indivíduos em uma sociedade."
Faça o download do álbum, na íntegra: http://bit.ly/1nUzT6M #KaliYuga
(Ensaio da banda ,da esquerda para direita : Genaro Camboim Lula, Edy Gonzaga e Marcos Deparis )
Então galera ,é só curtir o som desta banda e se quiser que sua banda apareça aqui é só entrar em contado conosco,ou ficar de olho na sua pláteia ,que sabe estaremos de olho em você e no seu sucesso .!!!
Um juiz de Teresina, no Piauí, determinou que uma operadora de telefonia bloqueie o acesso dos clientes ao WhatsApp. A informação foi publicada nesta quarta-feira, 25, pela Época, mas não há confirmações sobre a história.
De acordo com o colunista Felipe Patury, o responsável pela decisão é o juiz Luiz Moura Correia, da Central de Inquéritos da Comarca de Teresina. Ele ordena no ofício que a operadora “suspenda temporariamente até o cumprimento da ordem judicial”, em até 24 horas e em todo o território nacional, o acesso aos serviços oferecidos pelo WhatsApp.
Ele alerta que a empresa tem obrigação de "garantir a suspensão do tráfego de informações de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registros de dados pessoais ou de comunicações entre usuários do serviço e servidores da aplicação de trocada de mensagens multi-plataforma denominada Whatsapp, em que pelo menos um desses atos ocorra em território nacional”.
No trecho do documento divulgado pela Época não é possível ver o nome da operadora, mas o Meio Bit afirma que o caso é com a Vivo. "Note que a ordem não cita a empresa nominalmente no texto, provavelmente só no cabeçalho, o que faz levantar a suspeita de que não só a Vivo recebeu o documento”, especula o site.
Como tudo corre em segredo de Justiça, as informações não podem ser confirmadas. De acordo com a Época, a decisão saiu em 11 de fevereiro e a operadora recebeu, no dia 19, um ofício do delegado Éverton Ferreira de Almeida Férrer, do Núcleo de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Piauí. Antes de se ver obrigada a respeitar o mandato, diz a revista, a empresa luta para cassá-lo.
A 87ª edição do Oscar acontecerá no dia 22 de fevereiro. Os finalistas de todas as 23 categorias serão divulgados no dia 15 de janeiro.
O curta-metragem O Caminhão do Meu Pai é um dos finalistas ao Oscar 2015. Dirigido pelo paulista Mauricio Osaki, o filme concorre com outras nove produções ao prêmio de Melhor Curta-Metragem. Na categoria Documentário, disputam uma vaga as produções Elena, de Petra Costa, e This Is Not a Ball, do artista plástico Vik Muniz, e, na categoria Melhor Filme Estrangeiro, Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro. No caso dos três últimos, os finalistas ainda não foram divulgados.
Uma coprodução feita entre Brasil e Vietnã e premiada em festivais internacionais, O Caminhão do Meu Pai foi produzido por uma equipe técnica brasileira e tem elenco vietnamita. Filmado em Hanói, ele conta a história de uma menina que passa um dia inteiro acompanhando o pai, que é caminhoneiro. Na sinopse oficial do filme, aos poucos, ela percebe que certo e errado são conceitos amplos. O filme foi exibido em diversos festivais internacionais, inclusive no Festival Internacional de Cinema de Berlim, no ano passado.
Na categoria documentário, duas produções brasileiras disputam uma indicação para o prêmio concedido pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Os documentários em longa-metragem Elena, de Petra Costa, e This Is Not a Ball, do artista plástico Vik Muniz, podem concorrer ao prêmio. Elena, premiado em festivais nacionais e internacionais, conta a história da irmã mais velha de Petra, que viajou para os Estados Unidos para tentar a sorte como atriz. Duas décadas mais tarde, Petra também se torna atriz e embarca para Nova York em busca de Elena. Tem apenas pistas: filmes caseiros, recortes de jornal, diários e cartas.
This Is Not a Ball é dirigido por Muniz, ao lado de Juan Rendon, foi produzido para a rede de TV por internet Netflix e mostra como diferentes povos de nove países encaram o futebol. O documentário também acompanha a concepção de uma das mais recentes obras do artista, apresentada no México, que foi feito com 20 mil bolas de futebol. Por enquanto, os dois documentários concorrem com outras 132 produções. A lista de filmes que disputarão o prêmio de Melhor Documentário deve ser reduzida para 15 em dezembro.
O longa-metragem de ficção Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro, disputa com produções de 83 países uma das cinco vagas na categoria Melhor Filme Estrangeiro. O filme, que venceu prêmios em diversos festivais internacionais de cinema, mostra a história de um adolescente cego que se apaixona por um colega de escola.
No dia 15 de janeiro, os finalistas de todas as 23 categorias serão divulgados. A premiação será no dia 22 de fevereiro, durante a 87ª edição do Oscar.
Que a gasolina no Brasil é alta, nós sabemos ! (AI DENTO), mas você sabe o porque disso ? A culpa é de quem, de Dilma ? Leia esses 7 itens justificando tal valor, e argumente com propriedade.
2 - 6% referem-se a Impostos Federais, tais como CIDE, PIS e COFINS. Aqui você pode e deve cobrar do Governo Federal.
3 - Ao contrário do que dizem por aí, a gasolina do Brasil está longe de estar entre as mais caras do mundo. Após os recentes reajustes, a gasolina brasileira ocupa a posição 73 neste ranking. Fonte:http://pt.globalpetrolprices.com/gasoline_prices/
5 - O custo da matéria prima (petróleo) no preço da gasolina não chega a 20% no Brasil. Além disso, boa parte da matéria prima é nacional, não dependendo do preço do barril no mercado internacional. É por isso que quando o preço do barril subiu, o preço da gasolina brasileira não subiu. Pelo mesmo motivo, quando o preço do barril despencou, o preço da gasolina não acompanhou a queda.
6 - De 95 a 2002, o preço da gasolina teve reajuste de 350% em 8 anos. Média de 44% ao ano. De 2003 a 2015, a gasolina foi reajustada em 45%, média de 3.75% ao ano. Ou seja, o reajuste nos últimos 12 anos foi equivalente a média de 1 ano do período anterior.
7 - Em 1994, era possível comprar 127 litros de gasolina com um salário mínimo. 8 anos depois, em 2002, o poder de compra da gasolina diminuiu e era possível comprar 97 litros do combustível com o salário mínimo. Atualmente, após os reajustes, é possível comprar 220 litros com o mesmo salário mínimo.
Ah, o forró. Já se transformou tanto desde que surgiu e originou tantas grandes canções que já virou patrimônio histórico brasileiro. Se você é ouvinte da Rádio Imprensa FM, conhece artistas como ForróBoys, Zezo, Boka Molhada eMala100Alça, habitueés de casas como o Kibexiga Shows, na praça 14 Bis.
As versões brasileiras para músicas internacionais são comuns, mas o forró é hours concours em fazer uma cover própria de quase todas as músicas do mundo.
Sério: ninguém escapa. De Kelly Clarkson a Nirvana, de Evanescence a Angra, de U2 a Badfinger, todos já ganharam lindas versões em que a letra original normalmente é sumariamente ignorada, dando lugar a um lamento de amor, uma declaração apaixonada ou uma ode festiva. Aliás, eu espero ansiosamente pelo dia em que eles descobrirem o emo (as letras já vem prontinhas) e o pop punk. Uma versão para “Stay Together For The Kids” do Blink-182 seria algo inesquecível. Que tal “Ficar Juntos Pela Família”?
Uma das que mais faz versões é a Calcinha Preta. O grupo já criou mais de 25 versões para músicas de artistas internacionais. “É um mercado interessante para o estilo da Calcinha Preta. Como a banda não faz sem ser autorizada, a gente tem várias versões não-gravadas”, diz Eulina Dória, produtora do grupo, para o jornal Diário de Pernambuco. Além das músicas presentes na lista logo abaixo, a banda já fez sua versão para Bruno Mars, Scorpions, Celine Dion, Fergie, Michael Jackson, Kansas, Westlife, Rihanna, Cindy Lauper e muitos outros.
Separei algumas das melhores pra vocês. Existem MUITO mais versões disponíveis por aí, é só procurar. Se você gosta de alguma música em inglês, pode ter certeza que o pessoal do forró já fez ou está fazendo uma versão pra ela. Faça uma playlist e afaste os móveis pro arrasta pé!