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domingo, 9 de agosto de 2015

Em Natal, musical 'Viva Raul' relembra carreira de Raul Seixas

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O músico e ator paulista Renato Ignácio se apresenta como o Maluco Beleza no show 'Viva Raul' que acontece no dia 23 de agosto, às 20h, no Teatro Riachuelo, em Natal. O musical é um passeio por toda a carreira de Raul Seixas, relembrando desde o impacto inicial como artista solo (“Let me sing”, que o baiano defendeu no Festival Internacional da Canção de 1972) até seus últimos hits já no fim dos anos 1980, como “Cowboy fora da lei”.

O repertório organiza quase três dezenas de canções, entre grandes sucessos e favoritas dos fãs, mostrando as diversas facetas do artista. Além de Renato Ignácio (violão, guitarra e voz), a banda do espetáculo Viva Raul é formada por Marcos Correia (baixo), Izac Satim (percussão), Charlô (bateria), Junior Ribeiro (guitarra), Helinho Duka (guitarra), Paulo Ungaro (teclados), Fernanda Souza e Letícia Lima (backing vocals).

Serviço
Musical Viva Raul
Local: Teatro Riachuelo
Horário: 20h
Ingressos: De R$ 90 (inteira) a R$ 149 (inteira)

 

 

fonte:G1

Tiago Iorc traz turnê do primeiro álbum em Português para Natal

Tiago Iorc. Talvez esse nome não seja familiar a muita gente, mas é difícil encontrar alguém que não tenha ouvido alguma das músicas dele embalando cenas românticas em novelas da Globo.  Mais recentemente, Tiago regravou “What a Wonderful World”, do cantor americano Louis Armstrong, para a abertura da novela Sete Vidas.  O brasiliense de 29 anos estará emNatal no próximo Domingo (9), no Teatro Riachuelo, com a turnê do seu mais novo disco, “Troco Likes”. 

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“Troco Likes” é o seu terceiro álbum, mas é o primeiro em Português. Como foi a decisão de fazer um CD inteiro em um idioma diferente das suas outras composições?
Essa decisão foi acontecendo aos poucos, não teve um episódio específico. O meu primeiro registro em Português foi em uma coletânea de covers dos Los Hermanos, em 2012. A partir daí, percebi que compor em parceria com brasileiros, em Português, me aproxima das pessoas daqui, então resolvi me testar como compositor nessa língua.

O álbum traz músicas que falam bastante sobre a temática das redes sociais. Como surgiu a ideia de por melodia nesse assunto?
A ideia do disco surgiu da premissa do título “Troco Likes”, que surgiu da carência virtual que podemos observar hoje em dia. Tive vontade de observar um pouco mais o que está acontecendo no nosso convívio, como estamos interagindo e o porquê dessas questões sociais. Eu estava começando a organizar o disco quando comentei com o Humberto Gessinger (ex-integrante da banda Engenheiros do Hawaii), que estava querendo falar sobre a sociedade internetizada. Eu quis saber se ele tinha algo escrito sobre o assunto, porque gosto muito do que ele coloca nas músicas dele. O Humberto me enviou o esboço de um texto, com algumas coisas que tinham a ver, convivi com ele por um tempo e a partir daí surgiu a faixa “Alexandria”.

O CD foi lançado na íntegra no Spotify, uma plataforma de distribuição de músicas online. Como foi feita essa decisão?
A decisão foi feita com o pessoal da gravadora, que resolveu estabelecer uma parceria com o Spotify em troca de exclusividade. Esse é um experimento que a gente decidiu testar com o intuito de atingir outros públicos, afinal, é um novo jeito de consumir música.

O que o público de Natal pode esperar do show de Domingo?
O show foi preparado em cima desse disco e o mais legal é que a turnê foi lançada semana passada. Estou me aproximando do público, as pessoas estão mais conectadas com as letras por serem em Português e já está todo mundo cantando junto. Aí em Natal tem uma coisa especial, o calor das pessoas, então, baseado nas experiências que já tive aí, esse show vai ser especial.

Próximo Domingo é Dia dos Pais. Como os seus fãs podem convencer os pais de que o show é uma boa opção para comemorar a data?
Essas músicas novas falam tanto dessa nossa necessidade de sermos vistos, de gostarmos de alguém e sermos gostados de volta, então acho que existe uma troca interessante. É legal ir a um show com pessoas próximas e queridas, seria muito bonito se as pessoas levassem seus pais.

fonte: G1

quinta-feira, 5 de março de 2015

A ETERNA BOÊMIA DE UM BECO : Uma breve historia do Beco da Lama em Natal






        Nos finais de semana a Ribeira se enche com todas as tribos que  comportar ,muitos vão para lá para festejar algo ou simplesmente para brindar a vida em vários bares da região.Mas poucas pessoas sabem a origem daquele beco que a muitos anos era sinônimo  de pobreza e luxúria , hoje é um dos lugares mais disputados pela alta sociedade da cidade .

        O Beco da Lama é antigo. Vem dos primórdios do tempo em que a cidade acabava alí,vinha de uma segunda ampliação de território da cidade  que antigamente terminava como o norte da cidade na Praça das Mães (do lado da OAB ) e posteriormente seguiu rumo ao outro lado do Rio Potengi  .Lama era porque pelo beco escorria agua com lama ou da chuva que descia da Cidade Alta  ou de lavagem de roupa que as lavadeiras faziam nas fontes  e de banho dos ribeirinhos que moravam nas Rocas . A lama descia pelo local até chegar a um terreno próximo do Mercado da Cidade e alí ficava. Natal era uma cidade - naquela época - de poucas casas e naquele beco existiam mocambos de palha fincados na areia. Um cachorro magro era a arma de cada um. Quando o cão sarnento latia era sinal que vinha gente para um dos casebres, sempre para falar da vida dos outros.
      A cidade foi tomando pé do progresso, mas o Beco continuou a ser chamado "da Lama", apesar de existir uma placa dizendo que alí é a rua Dr. Francisco Ivo, um homem que morou na Av. Rio Branco, quase na esquina com a rua Cel. Cascudo onde tem a Feira das Frutas. A placa está na bodega de Nazzi, homem que já morreu e que, em vida, fazia a tradicional "meladinha". Hoje, a rua é calçada e as casas são todas de comércio, salvo o quiosque que existe no local onde as "damas" costumam fazer o seu "ponto". O Beco da Lama é pequeno, indo da rua Ulisses Caldas até a rua João Pessoa. Depois desse ponto, o beco leva outro nome.


         Até pouco tempo antes da acensão do Beco, ainda tinha por  ali um "cabaré", pois era assim que se chamava uma casa de alguns quartos para alugar a homens que tomavam uma "dama" para ter um relacionamento carnal. Essas moças - quase sempre de 20 anos ou pouco mais - viviam alí à espera do seu "homem" que por meia hora era o seu "dono". Depois desse tempo, era se banhar . Outro "homem" talvez estivesse impaciente para poder entrar e cumprir a mesma missão.

   Hoje o Beco da Lama se enche de gente. São jornalistas, poetas, escritores, advogados,políticos ,empresários  e de muita gente que  ainda não são conhecidas.Mas ao longo dos momentos se conhecem e transforma o lugar .Nos últimos anos graça a iniciativa do SAMBA (Sociedade dos Amigos do Beco da Lama e Adjacências)  e de varias pessoas do bairro da Ribeira que iniciaram o projeto CIRCUITO RIBEIRA que trouxe uma nova luz para um bairro tão Histórico/Boêmio da cidade que a muitos anos ficou apagado e quase esquecido.

O Beco, num pedacinho de nada, se enche de gente, cada um com a sua conversa e todos falando a um tempo só. É, na verdade, um ponto de encontro dos "velhos" e inveterados amigos - e até inimigos - que se juntam para comemorar, com as suas falas o que tem de se comemorar: SAÚDE !!!!  





Então se estiver passando por Natal ou simplesmente não tem nada para fazer nas noites de final de semana dê uma passado pelo Beco .

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

LEVEZA ,FURIA E FUSÃO DE RITMOS: Este é o som do La Gambiaja

A banda apresentada esta semana.


  É sempre bom valorizar novas bandas a surgirem ,pois incentiva a cultura local e traz benefícios para a alma e a mente , e a banda que iremos destacar hoje chama-se  La Gambiaja, que se prepara para lançar seu novo álbum, intitulado ‘Kali Yuga’. Formado em 2001 por estudantes da UFPB, o sexteto paraibano surgiu com uma proposta musical aberta às mais variadas influências e continua seguindo pela cartilha da diversidade. Formada por Genaro Camboim (guitarra e voz), Nielsen Batista (bateria), Léo Gomes (voz), Rosa Limeira (voz), Edy Gonzaga (baixo) e Marcos Deparis (teclados), a banda promove uma fusão de ritmos, com letras inteligentes e músicas repletas de referências à musicalidade brasileira que vão desde o samba até os ritmos nordestinos como coco e baião, sem deixar de lado as influências advindas da música estrangeira como o funk e a soul music.

Em entrevista com a banda ,o vocalista Genaro Camboim afirmou sobre o novo álbum que  "Kali Yuga", canção que dá nome ao nosso álbum, faz uma crítica ao consumismo e fornece uma reflexão sobre o nosso futuro enquanto indivíduos em uma sociedade."

Faça o download do álbum, na íntegra: http://bit.ly/1nUzT6M ‪#‎KaliYuga‬


          (Ensaio da banda ,da esquerda para direita :  Genaro Camboim Lula, Edy Gonzaga e Marcos Deparis )


Então galera ,é só curtir o som desta banda e se quiser que sua banda apareça aqui é só entrar em contado conosco,ou ficar de olho na sua pláteia ,que sabe estaremos de olho em você e no seu sucesso .!!!
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