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sábado, 18 de julho de 2015

Racismo–Pai compra tenis para o filho e é tratado como ladrão pela polícia.

Um pai, após efetuar a compra de um tenis  para presentear seu filho, foi abordado pela policia militar acusado de furto, e, após a abordagem dá lição e aula de resistencia negra aos pm’s em São Paulo.
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acompanhe um video do ocorrido.

veja detalhes nesta matéria da TTV


Em tempos hodiernos, é inaceitável ações arbritarias como esta, onde torna-se explícito o preconceito racial, e ato de injuria. Vale lembrar que a função da polícia militar é fazer cumprir-se a lei. No caso, ela é,  seja de forma direta ou indireta, a “desordeira”. Esse método de “primeiro atirar” depois perguntar, infelizmente, ainda é muito difuso no país.
A formação de uma nova polícia para substituir esses desqualificados vai se iniciar quando?
O vídeo foi postado por Fabiana Alves em seu Facebook . De acordo com ela, o fato aconteceu dia 29 de agosto no calçadão de São José dos Campos, São Paulo: “Um homem e dois garotos foram abordados por policiais que disseram que tinham recebido uma denúncia de roubo.” Para mentes racistas, os primeiros negros vistos só poderiam ser os ladrões e para mentes racistas a abordagem violenta dos mesmo se justifica.
De acordo com o relato de Fabiana, o pai disse aos policiais que estavam no direito de averiguar a denúncia, mas não de prejulgar. Como podemos ver no vídeo, a abordagem da PM foi padrão de seu cotidiano violento – primeiro humilha, julga, violenta, para depois descobrir que as vítimas do racismo institucional não eram os supostos ladrões.
Os suspeitos são comumente tratados como criminosos, sempre prejulgados, a polícia militar faz age como se fosse polícia civil e Justiça. A abordagem completamente inadequada teve revista corporal, forçou as vítimas a colocar a cara na parede, acusou pai e filhos de ladrões, com policiais gritando no ouvido do pai que ele havia roubado.
O desfecho só não foi mais violento porque a multidão reagiu: pessoas começaram a filmar a abordagem dos policiais e se uniram às vítimas. Só assim os policiais recuaram.

 
fonte: Galedes

quinta-feira, 12 de março de 2015

Cão se irrita por ser chutado por motorista e se vinga mordendo lataria do carro

O cachorro estava tranquilo, deitado numa vaga de estacionamento, quando um motorista, para poder usufruir da vaga, agrediu o animal com chutes. O cachorro foi embora e o motorista colocou o carro na vaga desejada e deixou o local.

Mas o cachorro, que não é nada besta, não deixou por isso mesmo, depois voltou ao local e começou sua vingança, mordendo a lataria do veículo destruindo-a.

Além do cão voltar pra fazer o estrago, ainda trouxe consigo alguns “amiguinhos” para dar cobertura e ajudar na vingança. Seria então uma gangue canina ?

Um morador do lugar pegou no flagra o grupo cometendo os delitos.

confira nas imagens:

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VIA: Metro

quarta-feira, 11 de março de 2015

CPI das universidades quer classificar trote como crime de tortura

Relatório final da CPI traz também projeto de lei que sugere um cadastro de antecedentes que impediria estudantes que praticaram trotes violentos de se inscrever em concursos públicos ou processos seletivos de órgãos públicos

CPI das universidades quer classificar trote como crime de tortura

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre as violações de direitos humanos nas universidades paulistas, organizada pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), publicou nesta terça-feira o relatório final de suas atividades.

O documento, assinado pelo presidente da CPI, deputado Adriano Diogo (PT), tem 39 recomendações, além de dois projetos de lei. Em uma dessas recomendações, os deputados paulistas pedem que os trotes praticados contra calouros nas universidades de todo o país sejam classificados como crime de tortura no Código Penal Brasileiro.

Segundo o documento, atos de violência realizados em trotes acadêmicos acontecem por omissão por parte das Reitorias, das instituições universitárias, dos centros acadêmicos e das associações atléticas e também por falha na proteção aos estudantes que ingressam nas universidades.

O relatório final também afirma que faltou uma fiscalização e um controle, principalmente, mais eficiente da parte do Estado de São Paulo, que, ainda segundo o relatório, falhou por omissão, e também na prevenção e repressão aos violentos trotes acadêmicos e às práticas abusivas e criminosas deles decorrentes.

O relatório da CPI também propõe a criação de dois projetos de lei. Um deles sugere um cadastro de antecedentes que impediria estudantes que praticaram trotes violentos de se inscrever em concursos públicos ou processos seletivos de órgãos públicos. Já o segundo projeto visa à proibição de empresas que fabriquem, comercializem ou distribuam bebidas alcoólicas de patrocinar eventos e festas de entidades estudantis dentro e fora dos campi.

A CPI fez quase 40 reuniões em que foram ouvidos relatos de abusos denunciados por estudantes, professores e funcionários de universidades públicas e privadas. Nos depoimentos foram relatados casos de violência em trotes, festas e até mesmo em situações do cotidiano acadêmico. Reitores e diretores de faculdades também foram ouvidos.

Em relatório parcial,divulgado no final do mês passado, a CPI pedia responsabilização civil, criminal e administrativa de membros dos centros acadêmicos envolvidos em denúncias de violação dos direitos humanos e das pessoas jurídicas responsáveis por eventos como a festa Show da Medicina e os encontros de estudantes Intermed e Calomed.

A CPI começou em dezembro de 2014 após denúncias de atos de violência na Universidade de São Paulo (USP). Ao longo da atividade da CPI, também foram investigadas a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Universidade Estadual Paulista (Unesp), a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e de Campinas (PUC-Campinas), e Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI).

Fonte: Veja

sexta-feira, 6 de março de 2015

Tentativa de assalto à ônibus Que Faz Linha na UFRN

tentativa de assalto ao circular inverso na ufrn

A Informação está sendo repassadas através das midias de realcionamentos sociais, segundo os usuários, houve de fato uma tentativa de assalto aos universitários. (não me pergunte o que quem tentou isso queria levar, são meros universitários)

A tentativa de assalto teria ocorrido no dia de hoje (06/03)  no ônibus circular que faz a linha inversa na universidade.

Por volta das 16h45 quando o veículo estava se aproximando da parada anterior ao cetor 2 na universidade. Ao se aproximarem, os alunos do campus que estavam dentro do ônibus avistaram que o indivíduo que não foi identificado estaria portando uma arma de fogo e estaria colocando a munição na mesma, gritaram para o motorista não parar no referido ponto, evitando o assalto.

É comum os estudantes reclamarem da insegurança do campus, e alegam que os seguranças de lá, são alocados apenas para proteger o patrimônio da universidade, em sua maioria o RU (Restaurante Universitário).

A única alternativa que resta, é que os estudantes andem sempre em grupos, e tomem o máimo de cuidado nas dependências do campus, já que ninguém toma nenhuma providência para resolver a situação.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Mão Branca–Justiceiro ou Assassino ? Descubra sobre sua atuação em Natal RN

Será que o Mão branca está de volta à Natal-RN ? Mas afinal, quem foi o mão branca ? Continue lendo este artigo e descubra tudo sobre esse grupo que atuou no estado nos anos 80 e que as pessoas cogitam sua volta.

É sabido por todos que o Brasil passou por um tempo de ditadura militar, onde era comum o abuso pelos militares, onde as pessoas eram torturadas, mortas e abusadas sem nenhuma punição. Bom, os grupos de extermínio surgiram como herança deste tempo, grupos que deixam de existir da mesma maneira como nascem, do nada.

Mão branca volta a Natal RN

Com altos índices de violência e uma certa falta de intervenção estadual, as pessoas começaram a indignar-se, e desta forma, começaram a formar grupos de justiceiros/assassinos, para combater a criminalidade.

Os mão braca como são chamados, é um grupo de pessoas,  conhecidos por alguns como justiceiros e por outros como assassinos. estes que tem importante papel histórico no país, e estavam presente em diversos lugares. No final da década de 60, em São Paulo-SP um grupo chamado de “Esquadrão da Morte” passou a atuar na cidade, e também na baixada fluminense (RJ) juntamente com a Paraíba no início dos anos 80.

Na época, o medo era tanto, que os detentos negavam sair dos presídios, e necessitavam de escolta policial para deixar as prisões temendo a ação destes grupos.

Em suma, esses grupos eram formados por homens ligados à polícia civil e Militar. Segundo diversas fontes, podem ser considerados “Mão Branca” as pessoas ligadas à segurança em geral.

Mão Branca no Rio Grande do Norte

O grupo chegou ao estado na década de 90, tendo repercussão INTERNACIONAL, mas chegou ao estado conhecido como os “meninos de Ouro” essa repercussão se deu pelo fato de como os outros grupos, realizarem diversas execuções e chacinas, com ex-presidiários e pessoas envolvidas com crimes, desde os mais leves até os mais perigosos.

O grupo ficou famoso pela sua atuação, quase que erradicando a criminalidade no estado na época.

O jornalista Emanoel Barreto, Publicou um artigo no ano de 2007 dizendo o seguinte:

“Mão Branca, começou uma ação de extermínio. Um matador, ou matadores ferozes, nunca se soube exatamente quem, atacava bandidos e deixava junto aos corpos mensagens anunciando que outros teriam o mesmo destino. E assinava: Mão Branca.

O matador chegou mesmo a enviar aos jornais uma lista com nomes. Num desenho grosseiro, um punho masculino segurava uma balança onde, em cada prato, estavam os nomes. Polvorosa no mundo do crime. Reduziu-se em muito o número de assaltos. Não havia dia em que, pela manhã, os repórteres não encontrassem, em terrenos baldios, corpos de criminosos assassinados.”

 

Justificativa

O “Mão Branca” usava como justificativa de suas execuções à defesa de órfãos, viúvas e inocentes, para ele o que estava em questão era a concretização de uma justiça, de uma penalidade a ser aplicada em decorrência da ruptura do pacto social. Uma afronta à ordem social, de sertã forma, já que praticava tudo aquilo que era contra, que de certa forma rebela-se contra a própria organização social. Muitos o tinham como déspota.

Segundo Foucault isto quer dizer que:

“O déspota é, portanto, aquele que exerce em permanência – fora do estatuto e fora da lei, mas de uma maneira que é completamente intricada em sua existência mesma – e que impõe de uma maneira criminosa seu interesse. É o fora-da-lei permanente, é o indivíduo sem vínculo social. O déspota é o homem só. O déspota é aquele que, por sua existência, efetua o crime máximo, o crime por excelência, o crime da ruptura total do pacto social pelo qual o próprio corpo da sociedade deve poder existir e se manter. O déspota é aquele cuja existência coincide com o crime, cuja natureza é, portanto idêntica a uma contra natureza. É o individuo que impõe sua violência, seus caprichos, sua não-razão, como lei geral ou como razão de Estado. Ou seja, no sentido estrito, do seu nascimento à sua morte, em todo caso durante todo o exercício do poder despótico, o rei - em todo caso o rei tirânico – é simplesmente um monstro.” (2002, p. 117)

O Monstro

“O “Mão Branca” é nesse caso um monstro. O personagem propõe uma nova legalidade, que obedece a outros parâmetros e pressupostos, burlando a ordem estabelecida, instaurando o caos. Ele desorganiza o conhecido formal estatuto de justiça e tripartição dos poderes, fazendo às vezes de poder executivo, legislativo e judiciário, não poupando qualquer obstáculo entre seu desejo e sua satisfação. Podemos traçar um paralelo com o herói trágico, no que confere especificamente a desmedida, a hýbris contida no seu percurso e mola propulsora de seus desvios”.

Conclusão

Até o presente momento que este texto está sendo redigido, segundo as fontes consultadas para tal, não houve identificação real de quem seria o mão branca, ou mesmo se era um grupo de pessoas.

O que sabe-se ao certo é que era(m) Militar(es), não sabendo ao certo do que realmente era o motivo pelo qual cometia tais atos, especula-se que é por causa do cangaço de vingança.

O “Cangaço de Vingança” é aquele no qual os seus integrantes são movidos pela vingança, em decorrência de um agravo sofrido, e por isso, satisfeita tal vingança, o cangaço não tem mais sentido.

 

 

O homem do “Cangaço de Vingança” é aquele que podemos identificar “violentado em seus desejos de realização pessoal, agindo sob coação moral irresistível – valha-nos aqui a expressão tomada de empréstimo à ciência penal – e que nos mínimos gestos revela sua inadaptação à vida que leva”

Só sabemos que mesmo com essa taxação de monstro, e esses diversos crimes cometidos, de certa forma houve uma “assepsia” social. Para uns cometendo crimes, para outros deixando as ruas da cidade mais limpas, diminuindo o número de criminosos.

O Mão branca, como já citado, assinava suas mortes com uma luva branca, e tinha uma lista grande de pessoas das quais iriam ser mortas, e foi enviado a um jornal da cidade seu logo, outra forma de identificação dele, que também produziu um cartas, contendo sua logo e dizendo que seu mês era o de agosto, estudiosos dizem que é em apologia ao mês do exu da religião dos orixás.

Até hoje sua identidade real não foi revelada.

Atualidade

Atualmente, uma onda de mortes de ex-presidiários e bandidos vem tomando conta da grande Natal, e a população cogita a volta do mão branca, porém, até o momento não houve nenhuma assinatura dos crimes cometidos, ou qualquer manifestação oficial disso, não sabe-se também se está sendo formado um grupo de extermínio ou algum tipo de justiceiros.  Por enquanto, não existe nada de concreto e cabe a cada um de nós, refletirmo-nos acerca dos fatos, e tirarmos as conclusões.

Pra você, esta é ou não a volta do mão branca à Natal ?

 

 

 

Referências:

Jornalista Emanoel Barreto

Dicionário Informal

Tese de mestrado de Tatiana Morais, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, intitulado de “Mão Branca: Matrizes Míticas do Urbano.

sábado, 31 de janeiro de 2015

Será o fim ? Vários policiais da Lei Seca pedem ao tenente Styvenson para sair

Equipe do tenente Styvenson Valentim agora ficou reduzida a apenas 10 homens em Natal

Com equipe reduzida, a equipe do tenente Styenson encontra ainda mais dificuldades para continuar com as operações

Durante o mês de janeiro, muitos boatos davam conta de que o tenente PM Styvenson Valentim, responsável pelas blitzen da Lei Seca no Rio Grande do Norte, seria afastado do cargo. Porém, ele “ressurgiu” na madrugada deste sábado (31), com abordagens no bairro de Capim Macio. Em entrevista a’O Jornal de Hoje, Styvenson lamentou que a falta de valorização está fazendo o trabalho ficar cada dia mais difícil.

Antes, com 14 militares, sendo dois tenentes, um cabo e 11 soldados, agora a equipe ficou reduzida a apenas 10 homens. “Quatro membros da minha equipe vieram me pedir para sair. Querem voltar ao serviço normal. Já estávamos em uma situação complicada com uma equipe reduzida; agora, vai ficar mais difícil ainda”.

Os motivos para a saída dos policiais são os mais variados, mas todos estão relacionados ao desgaste pelas constantes blitzens realizadas na capital potiguar e também, em raras oportunidades, em outras cidades.

“Quem trabalha na Operação Lei Seca não ganha nada além do salário normal. Não ganha diária, não ganha extra nenhum. O reconhecimento é zero. Claro que existe a satisfação por estarmos fazendo um grande trabalho, mas  nos indispomos com vários profissionais, de vários setores. Já pensou a indisposição que é parar membros da Polícia Civil, Exército, Marinha, além de pessoas dos mais diversos escalões da administração pública? É complicado. Chega uma hora que cansa mesmo”, disse o tenente, que afirmou que até mesmo a estrutura familiar dos policiais foram afetadas por causa das blitzen. “Um dos policiais que veio me pedir para sair relatou que, durante uma blitz, ele chegou a parar um primo. Outros pararam pessoas da família e amigos. Depois eles ficam escutando, fica um clima chato. Falei que eles estavam fazendo o trabalho deles. Falei que, mesmo sem reconhecimento e dificuldades, o nosso trabalho tem sido muito bom. Mas não teve jeito”.

Segundo Styvenson, quem ficou “feliz” com a desistência dos quatro policiais foi a própria Polícia Militar. “Minha equipe perde muito com a saída deles. Eu passo um ano treinando esses caras para eles trabalharem na Lei Seca. Eles se transformam em policiais melhores, tanto na parte operacional quanto na questão pessoal e não são corruptos. Treinei para que eles pensassem na satisfação de realizar um bom trabalho antes de pensar no dinheiro. Mas sei que a falta de valorização é complicada. É aquela coisa, se fosse fácil tinha um monte de gente querendo trabalhar no meu lugar”.

Equipe da Lei seca é reduzida, e Tenente Styvenson encontra difículdades.

Nessa sexta-feira o tenente Styvenson voltou ao batente e comandou mais uma blitz da Lei Seca depois de passar 11 dias de férias. “Minha esposa está danada por causa disso. Não consigo tirar um mês de férias”. Na abordagem, realizada na avenida Walter Duarte, em Capim Macio, foram realizados 214 testes de bafômetro. Além dos cinco presos, 43 carteiras de habilitação foram apreendidas. Apesar dos números, o que chamou atenção foram as atitudes de alguns motoristas. “Muitos tentaram fugir da blitz. Tentaram subir nos canteiros para escapar. Fazia tempo que isso não acontecia”.

Para o tenente, essa situação foi motiva pelos boatos de que ele teria saída da Lei Seca e que por isso as blitzen teriam diminuído. “Antes de sair de férias eu fiz uma blitz em Pirangi, na saída de um show. Tivemos um número muito baixo de pessoas que estavam dirigindo depois de ingerirem álcool. Muitos estavam utilizando o “Motorista da Rodada”. Isso significa que o trabalho estava dando resultado. Mesmo que fosse o medo que estivesse mudando essa situação, nós estávamos tendo uma resposta positiva. Mas na blitz de hoje, muitos motoristas me olhavam assustando, falando que pensavam que a blitz tinha acabado, pois eu tinha saída da Lei Seca. Ou seja, o trabalho não pode parar”.

Em contato recente com o JH, a secretária de segurança do RN, Kalina Leite, desmentiu os boatos de que Styvenson seria retirado da Lei Seca. “Isso aí não existe. Essas informações que estão circulando nas redes sociais são de pessoas que querem atrapalhar o trabalho que está sendo bem feito. O tenente Styvenson vem fazendo um grande trabalho na Lei Seca e essa mudança sequer foi discutida”.

Kalina também adiantou que nos próximos meses os trabalhos da Lei Seca serão qualificados. “O nosso Governo não irá tirar nada do que vem dando certo, muito pelo contrário. Iremos qualificar ainda mais para termos melhores resultados. As blitzen da Lei Seca estão nesse meio. É um trabalho que vem dando certo e que irá ser qualificado. Vamos dar as melhores condições possíveis para conseguir trazer ainda mais resultados positivos”.

Ao saber das declarações da secretária, Styvenson disse que ainda não se reuniu com ela. “Eu voltei e já comecei a trabalhar. Já disse várias vezes que com mais investimentos os resultados serão ainda melhores. Mas enquanto isso não acontece, vamos continuar trabalhando normalmente com o que temos”.

Fonte: O jornal de Hoje

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Governador quer transformar RN em um dos estados mais seguros do Brasil

O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, concedeu entrevista ao Portal BO para falar exclusivamente sobre segurança pública, o tema que ele mesmo elegeu como prioridade número um do seu governo.

 

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Nesta entrevista o governador fala sobre a Polícia Militar, lembrando que irá reforçar policiamento retirando policiais cedidos para outros órgãos e colocando nas ruas e efetivando os 824 convocados do último concurso. Além disso, disse que irá reaparelhar a Polícia Civil e, principalmente, investir em tecnologia.

Robinson Faria afirma que está com uma equipe técnica, inclusive contratou especialistas em segurança para fazer levantamento dos principais pontos fracos e vulneráveis do Rio Grande do Norte para a partir daí colocar outras ações em prática. “O governador faz sua parte, mas a polícia deverá fazer a sua defendendo o cidadão”, comenta.

 

Confira entrevista que O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, concedeu ao portal BO:


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